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“A MODA PASSA, O ESTILO PERMANECE”

Oi, oi, geeeentes 😀 dia lindo hoje, não? SIIIM! E eu conto o porquê: é niver de ninguém menos que Coco Chanel! Mulher poderosíssima que deu nome à uma das maiores marcas do mundo e que é desejo de consumo de meras mortais como euzinha aqui, hihi :3 e quem não queria ter uma peça Chanel para chamar de sua e causar rebuliço entre azinimigas que atire a primeira pedra! A lenda completa hoje 132 anos de vida. Vida? Uhum, a bichinha é mito e tudo o que foi por ela criado continua vivo e ditando tendência até hoje! Afinal, a rainha jamais perde sua majestade, não é mesmo? É SIM!


Independente disso tudo, escrevo o post de hoje como publicitária e amante deste universo da moda. Como essa mulher era visionária, socorro! Leonina, camponesa, filha de um caixeiro viajante e de uma lavadeira que faleceu aos 32 anos de idade, Gabrielle – sim, este era o nome dela, Gabrielle Bonheur Chanel – nasceu em Auvergne e foi abandonada pelo pai em um orfanato aos 12 anos de idade. Por anos a fio, ela preferiu acreditar que seu pai viajou com o intuito de ganhar a América. Jovem, Gabrielle passava os dias costurando e as noites cantando em cabarés, e foi aí que tomou para si o nome Coco, uma vez que assim ela era conhecida por cantar a canção “Quem viu Coco no trocadeiro?” Ainda assim, ela sempre preferiu acreditar que Coco era apelido que seu pai havia lhe dado.

Era menina com jeito de menino e se recusava a montar apenas de um lado do cavalo. Se vestia diferente de todo mundo, tirando inspirações de roupas masculinas. Suas primeiras clientes foram moças trabalhadoras, mas foi gradualmente ganhando toda a a sociedade. Boy Capel, seu grande amor, um inglês culto e rico, a apresentou à literatura, ao Oriente e ao exoterismo, ajudando-a a se tornar Chanel. Abriu suas primeiras boutiques em Paris, Deauville e Biarritz, trabalhando para conquistar a sua liberdade. Geniosa, Chanel libertou toda uma sociedade feminina dando fim a uma era e lançando uma nova forma de viver a moda: transformou a silhueta feminina encurtando vestido e revelando tornozelos, libertou a cintura e retirou os espartilhos, cortou os cabelos e bronzeou a pele. Pioneira, vestiu as mulheres de preto criou a calça feminina, posso ouvir um amém?

Pela primeira e última vez, Chanel foi vista chorando quando o homem dos seus sonhos morreu abruptamente em um acidente de carro. Ela tinha duas opções: ou morreria também ou continuaria o que começaram juntos. Adivinhem só qual foi a opção escolhida? <3
O boom de sua carreira se deu quando criou a sua própria fragrância, em 1921, o Nº5. Chanel almejava “um perfume de mulher, com cheiro de mulher” e foi atrás do perfumista Ernest Beaux para compô-lo. O Nº5 foi a primeira fragrância capaz de desafiar toda uma convenção de perfumes – que utilizavam apenas uma flor para a produção – ao desenvolver seu perfume com mais de 80 aromas de flores. Para ela, o perfume deve ser tão importante para as mulheres quanto a própria moda, e ele deveria ser aplicado onde a mulher desejaria ser beijada, hohoho. A fragrância recebe este nome porque Chanel prefere a quinta amostra apresentada por Ernest a ela, além de afirmar que o número 5 era ser número de sorte ~partiu jogar na loteria?~

Um perfume abstrato e misterioso que exala uma riqueza floral extravagante indecifrável. Com aroma sóbrio, ele permanece atemporal, resistindo aos caprichos da moda e do tempo, e continua sendo a fragrância mais famosa e vendida no mundo! “Apenas duas gotinhas de Chanel Nº5.”, célebre frase de Marilyn Monroe ~que estava no auge de sua carreira~ em resposta provocante a um jornalista que quis saber o que ela usava para dormir, em 1952. Luxuoso, não?


Entre altos e baixos, Coco falece em 10 de janeiro de 1971 amando o trabalho mais que nunca. Um mito na história. Deixou um estilo atemporal e clássico, que caminha entre pérolas, tweeds, listras – que eu já disse aqui – e que agora são reinventados e reinterpretados por Karl Lagerfeld, designer de moda alemão, artista e fotógrafo que assumiu a grife em 1983.

Para uma menina que escondeu a sua origem humilde a vida toda e resolveu criar a sua própria história que, diga-se de passagem, é uma lenda, Gabrielle Chanel é uma baita inspiração, podem confessar! “Sou o que vai acontecer“, ela dizia, e é dessa maneira que eu finalizo este post, afirmando que, nós podemos ser aquilo que quisermos desde que, tenhamos coragem para seguir os nossos corações e corrermos atrás dos nossos sonhos! Bora fazer a nossa vidinha valer a pena? BORA!

Para ser insubstituível, você precisa ser diferente

Beijinhos de luz :*

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Comentários

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Observações

  1. Muito interessante! E quanto poder!! Fiquei impressionada!

  2. Aaaah eu acho que vou abrir uma boutique, srsrrsrs, magina neah, uma mulher tão simples virou um mito, beijos…

  3. Thais Brandão Diz: agosto 19, 2015 at 8:55 pm

    A bixa sambou e ainda samba na cara das inimigas!! Chanel é vida minha gente, é cada peça mais linda que a outra. A coragem dela é surpreendente ainda mais naquela época.

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